quarta-feira, 15 de abril de 2009

"Deus" na Virada Cultural 2009

"Deus" está entre os espetáculos teatrais a ser apresentado na Sala Olido durante a Virada Cultural 2009.

Sinopse: Através de uma adaptação da peça Deus, de Woody Allen, a Meta Cia de Teatro traz questionamentos contemporaneos sobre liberdade, dominação, destino e existência humana. A performance, o jazz, o comico e a tragédia gregra se misturam. Qual será o resultado final?

Endereço:
Sala Olido, Rua Paissandu
dia 3 às 00h00

A Virada Cultural será realizada a partir das 18h do dia 2 de maio e vai até às 18h do dia 3 de maio. Para ver a programação completa visite o site http://viradacultural.org

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Deus no REapresenta

"Deus" estará em cartaz mais uma vez! Para quem ja assistiu, sabe que vale a pena assistir de novo, e para os que perderam, não existem mais desculpas para faltar!
A partir do texto de Woody Allen o coletivo de atores se lança a seguinte pergunta: Existimos? Este é o superobjetivo da construção da teatralidade de nosso espetáculo. A inteligência do autor nos instiga a fugirmos da obviedade. O rústico e o moderno se entrelaçam. O trágico, o dramático e o cômico se misturam. A performance, o uso de tecnologia audiovisual, a máscara, o ator, a personagem, o espectador, o jazz e o coro grego são colocados em jogo. Que texturas sairão destes encontros?
Teatro Escola Macunaima - Sala 3
Rua Adolfo Gordo, 238
Dias 6 e 7 de março às 21:00 e dia 8 de março às 20:00

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Da Ucrância à Eritréia

O que há de semelhante e diferente entre estas mulheres, que nasceram em lugares tão distantes, mas que desfrutam de dom semelhante que as faz entrar num hall de reconhecimento para poucas?A arte de escrever bem certamente envolve mais que predisposição genética e estudos teóricos: o mundo nos ensina a viver, e baseado na percepção e sensibilidade que cada um de nós temos de como transcrever momentos inesquecíveis(ou esquecíveis) para a folha de papel faz a diferença entre escritores conhecidos até hoje e meros artistas de gaveta.Com histórias de vida generosas, que tanto lhe proporcionar ter o que escrever, certamente Clarice Lispector e Marina Colasanti podem ser consideradas privilegiadas, mas não fosse o talento de ambas, de nada adiantaria tamanha vivência sem a transformação de suas realidades em artes expostas. É com o intuito de mostrar a realidade sem a demasiada maquiagem dos romances ou a formalidade jornalística que Clarice, escritora de ambos gêneros, se expõe ao mundo, se desmistificando e se tornando mais humana. Com efeito semelhante, a jornalista Marina saiu um pouco da formalidade da sua profissão para entrar num meio termo entre a literatura e o jornalismo: a crônica.Mulheres guerreiras, que mostraram suas feridas encarando o mundo assumindo seus anseios. Clarice, nascida na Ucrânia, desde cedo se acostumou as mudanças: com menos de 3 meses, já havia passado pela Romênia e Alemanha até chegar em Recife, Brasil. Marina, nascida na Eritréia -antes território pertencente a Etiópia, ex-colônia italiana, de onde vieram seus pais- morara também na Líbia e Itália, até chegar ao Rio de Janeiro, Brasil. Duas refugiadas: a primeira por ser judia durante a revolução russa de 1917, a segunda, por estar num país fascista em plena segunda guerra mundial. Antes mesmo de aprenderem a andar, já haviam histórias suficientes para transformar estas mulheres em grandes escritoras, em especial, cronistas.

Por Lucas Franco
http://falandodelas.blogspot.com/

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

"Próspero" Ano Novo

Agora, todos os meus poderes se foram
E só resta minha própria força, que é quase nada.
Agora não há mais espíritos que me ajudem,
Ou arte para encantar,
E meu fim será o desespero,
A não que a oração venha em meu auxílio,
E me liberte de todas as faltas.
Não permitam que continue,
Por meio de seu encanto,
Nesta ilha deserta,
Mas libertem-me de tudo o que me prende,
Com o auxílio de suas boas mãos,
E com seu doce alento soprem minhas velas,
Ou terá falhado meu propósito,
Que não era outro senão o de agradar.
Se quiserem perdão para os seus pecados,
Saibam dar perdão igual...


...deixem-me ir.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Então é Natal?

"Então é Natal? O que seria do Natal no Brasil sem os pinheiros europeus, a neve falsa, as filas nos shoppings e mercados, os festões verdes feitos na China com mão-de-obra barata e vendidos na rua 25 de março em meio à multidão, os hábitos alimentares altamente calóricos e não condizentes com nosso verão: panetone, chocotone, peru, chester, tender, farofa, castanhas e nozes. O Natal me deprime. Época de pensar no que se fez e no que deixou de ser. Fui mesmo um bom menino? [- Ganharei presentes, Papai Noel?] Entre uma bocada na rabana encharcada de óleo da vó e pendurar os enfeites na árvore e guirlandas nas portas, realmente entendemos o espírito do Natal?Não querendo cair na mesmice católica-cristã, nem parecer um completo discrente, o quanto compreendemos do "amar uns aos outros". Quantos passam fome? Quantas crianças não terão os seus pedidos atendidos, até mesmo porque muitas delas não sabem escrever uma cartinha ao Papai Noel. Quantos corruptos serão eleitos nas próximas eleições? Quantos direitos nos serão cerceados e corrompidos? Quanta intolerância, violência e desrespeito aguentaremos sem nada fazer? Pare pelo menos um minuto, eleve seus pensamentos e boas intenções à sua crença e peça mais tolerância, paz, discernimento, emancipação social e compaixão. Ajude aquele que precisa, mesmo que não tenha posses para tanto. Doe carinho e esperança. Faça disso uma luta, ainda que silenciosa, sem vencedores ou perdedores. A gente pode mudar esse Natal!"

escrito pelo amigo Thiago Pelizzon

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

birthday's comin'

The best gift you can give is a hug....
.... one size fits all and no one ever minds if you return it.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Existimos!?

A partir de texto de Woody Allen o coletivo de atores se lança a seguinte pergunta: Existimos? Este é o superobjetivo da construção da teatralidade de nosso espetáculo. A inteligência do autor nos instiga a fugirmos da obviedade. O rústico e o moderno se entrelaçam. O trágico, o dramático e o cômico se misturam. A performance, o uso de tecnologia audiovisual, a máscara, o ator, a personagem, o espectador, o jazz e o coro grego são colocados em jogo. Que texturas sairão destes encontros?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

This Time

I’ve been practicing all day
Now the words I’ve meant to say are gone
I promised that I wouldn’t cry
Told myself I have to try and hold on
The truth, I lied I hate myself inside
And why
I played the game and paid the price
I never looked back I never cried, never tried to wonder why
I’ll be on my own
I never doubt, never shout
Or wonder how
I’ll never be lonely until this time, this time, this time
This time I will
I’ve been wide awake on night
There’s no sight of sleep inside my mind
The headlight shadows scares my wall
I convince myself you'll call in time
The truth, I lied the girl in me has died
And why?
I played the game and paid the price
I never looked backI never cried, never tried to wonder why
I’ll be on my ownI never doubt, never shout or wonder how
I’ll never be lonely until this time, this time, this time
This time I will
This time I will
Be yours completely
This time
I’ll Make sure you don’t hate me
This time I know
This time I can
This time I will
I never looked back
I never cried, never tried to wonder why
I’ll be on my own
I never doubt, never shout or wonder how
I’ll never be lonely until this time, this time
This Time I Will
I’ve been practicing all day
Now the words I’ve meant to say are gone

by Melanie C

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Meu Pé de Laranja Lima

História comovente do menino Zezé, um garoto pobre, inteligente e sensível que descobre a ternura e o carinho no amigo "Portuga" assim como a fantasia no grande confidente Xururuca, o pé de laranja lima. Mas a vida lhe ensina tudo cedo demais e Zezé descobre a dor e a saudade.




Drama - 70 minutos
Direção: Giseli Ramos
Assist Direção: Carol Moreno

Elenco: Carolina da Silva, Cleusa Passos, David Danis Lobão, Fernanda Perrucci, Fran Militão, Jackye Vassellucci, Jaqueline Candido, Júnior Bravi, Leco Vilela, Lucyana Roqe, Ricardo Al’majid, Rogério Loebel, Sueli Migita, Vagner Souza


26/09,27/09 às 21h e 28/09 às 20h


Inteira: R$12 Estudantes: R$6


Teatro Escola Macunaíma - Rua Adolfo Gordo, 238 (a 10 minutos da estação de metrô Marechal Deodoro)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ser ou não Ser

Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim?
Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir...
Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta
–Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação

Hamlet by Shakespare